Um Blog que percorre o domínio da especulação intelectual,difundindo a actividade cultural, moral e social do Porto XXI.
terça-feira, setembro 12, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
Quebra-cabeças
1. Pense num número entre 1 e 15.
2. Verifique, nas quatro linhas seguintes, em quais esse número está presente.
1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 15
2, 3, 6, 7, 10, 11, 14, 15
4, 5, 6, 7, 12, 13, 14, 15
8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15
3. Some os primeiros números das linhas seleccionadas para obter o número escolhido.
4. Como é isto possível?
2. Verifique, nas quatro linhas seguintes, em quais esse número está presente.
1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 15
2, 3, 6, 7, 10, 11, 14, 15
4, 5, 6, 7, 12, 13, 14, 15
8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15
3. Some os primeiros números das linhas seleccionadas para obter o número escolhido.
4. Como é isto possível?
PELO TERMO DA VIOLÊNCIA E DO DESASTRE HUMANITÁRIO NO MÉDIO ORIENTE
Uma brutal e injustificada agressão bélica, por parte de Israel, está a matar centenas de pessoas, a deixar rios de sangue, pessoas incapacitadas, a destruir infra-estruturas importantes no país, a criar o pânico em famílias inteiras, a apagar um país. Há mais de um mês na Faixa de Gaza (Palestina) e desde 12 de Julho no Líbano, o Estado terrorista de Israel, bombardeia e provoca verdadeiras tragédias que alimentam a guerra e o ódio no Médio Oriente.
terça-feira, setembro 05, 2006
POPULAÇÃO NO PORTO CONTINUA A DECRESCER E VOLTA AOS NÍVEIS DE 1930
A área metropolitana continua a crescer, mas a cidade do Porto vai perdendo população em ritmo cada vez mais acelerado, atingindo valores semelhantes aos da década de 1930. Setenta mil pessoas partiram entre 1991 e 2005, trinta mil das quais nos últimos quatro anos. De 1981 para cá foi embora quase um terço da população.
Fonte: Público
Fonte: Público
segunda-feira, setembro 04, 2006
O estado de direito acaba à porta do futebol?
O "caso Mateus" prossegue, surpreendendo a cada episódio. Os juristas e especialistas em direito desportivo encarregar-se-ão, se conseguirem, de explicar tecnicamente a sinuosidade do que se está a passar.Visto de fora, encontram-se vários motivos de perplexidade.
1. As instituições que gerem o futebol são um verdadeiro Estado dentro do Estado. É normal que, até certo ponto, possuam regras próprias e órgãos internos de justiça paralelos aos do Estado. Mas não se percebe que essa autonomia seja total, impedindo o recurso para tribunais comuns depois dos órgãos próprios actuarem.
2. Esta "matrioska" de poderes não conhece fronteiras. A FIFA, uma verdadeira empresa multinacional cujo presidente foge dos jornalistas quando o questionam sobre suspeitas de corrupção, também põe e dispõe sobre a articulação jurídica entre o futebol e o resto. A FIFA pressiona a FPF. Esta pressiona os clubes, o Governo, o Estado e quem tiver que ser pressionado para que tudo seja feito à vontade dos altos e inquestionáveis poderes da FIFA. No final da cadeia, quem escrutina a FIFA e as regras que ela criou? A quem responde esta entidade que mexe com milhares de milhões de euros e de adeptos? Aparentemente ninguém: nem a justiça nem os tribunais dos Estados de direito.
3. Se o pecador é o Gil Vicente, que recorreu aos tribunais civis quando não podia (e nem isto é pacífico para os juristas), porque é que a penalização há-de recair sobre terceiros, da selecção aos clubes que participam em competições internacionais? A única coisa que faz sentido é que o Gil Vicente sofra todas as consequências das suas acções.
4. Ameçar com penalizações a terceiros chama-se chantagem. Chantagem intolerável, que tenta pressionar o Gil Vicente a recuar de um recurso aos tribunais comuns que muitos consideram legítimo. Pretender atirar para o clube o ónus de eventuais danos que sejam sofridos por terceiros é perverso e inaceitável. Se alguém comete um crime, não podem ser os familiares ou os vizinhos a ir para a cadeia. As ameaças e penalizações sobre terceiros inocentes são práticas próprias de ditaduras. Em Estados de direito, são métodos associados a organizações que funcionam à margem da lei. Se a lei permite isto, a lei deve ser mudada.
5. A este "terror" jurídico e regulamentar instituído no mundo do futebol todas as autoridades assistem como a maior das naturalidades. Do governo aos tribunais, das entidades nacionais às comunitárias. Estas disposições estão de acordo com os princípios da Constituição e dos tratados europeus? Qual é o limite para a criação de autênticos "buracos negros" nas regras do Estado de direito? Que grupos organizados podem criar as suas próprias leis e tribunais? E é legítimo que indivíduos e organizações abdiquem, sem possibilidade de retorno, dos direitos fundamentais de recurso à justiça do mundo real? Ou que sejam obrigados a desistir desse direito em nome de uma qualquer "normalidade futebolística"?Se, em consciência, os dirigentes do Gil Vicente sentem que têm a razão do seu lado devem ir até ao fim. Se alguma coisa acontecer às provas internacionais de outros clubes ou da selecção portuguesa, essa culpa não será deles. É apenas de regras e dirigentes que punem terceiros inocentes como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Fonte: Público
domingo, setembro 03, 2006
Agassi departs in tears
Andre Agassi´s incredible career has come to an end, beaten in four sets by Benjamin Becker in the third round at Flushing Meadows. The 36 years-old, obviously still struggling with his back injury, was beaten 7-5 ;6-7;6-4;7-5 on Arthur Ashe Stadium to en a stellar career.
O adeus ao MESTRE!!

Agassi perde para Becker e diz adeus ao ténis
Nova York (EUA) - Acabou. Após duas vitórias fenomenais no Open dos Estados Unidos, o tenista norte-americano Andre Agassi não conseguiu repetir a dose neste domingo e perdeu por 3 sets a 1, parciais de 7/5, 6/7 (4-7), 6/4 e 7/5 para o alemão Benjamin Becker. Com isso, um dos maiores nomes da história do ténis encerra a carreira vitoriosa, que tomou impulso após o título na cidade baiana de Itaparica, no longínquo ano de 1987.
Por ironia do destino, a despedida de Agassi veio justamente contra um adversário que ele jamais havia enfrentado. A propósito, Becker, 112º colocado no circuito mundial jamais venceu um título do circuito ATP. Até a eliminação de Agassi o seu maior triunfo era ter o mesmo sobrenome de um dos grandes adversários do norte-americano, o também alemão Boris Becker, de quem, aliás, não possui nenhum parentesco.
Assim como as duas partidas iniciais de Agassi na competição, a luta por uma vaga nas oitavas-de-final foi extremamente disputada. No primeiro set, o alemão de 25 anos surpreendeu e conseguiu um 7/5. A oportunidade de ampliar o marcador veio na etapa seguinte, mas o norte-americano mostrou porqueé praticamente uma lenda da modalidade e empatou o duelo com um 7/6 (7-4).
Se superando, porém, Becker conquistou uma nova vitória na etapa seguinte e, com um 6/4, se aproximou de novo do maior feito de sua carreira. Entretanto, Agassi voltou a mostrar a garra dos velhos tempos, apesar dos 36 anos, e foi buscar a vitória na quarta etapa. Após desperdiçar o set point, porém, deu um novo ânimo ao rival e acabou tendo o serviço quebrado quando o set estava em 5 jogos a 5. Becker então aproveitou a oportunidade e fechou a partida com um 7/5, através de um belo ás.
Apesar da derrota, assim que a partida terminou o público que acompanhava a partida levantou-se e aplaudiu de pé o tenista que somou nada menos 60 títulos na carreira. Agassi então não se segurou e, sentado em uma cadeira, começou a chorar copiosamente no court em que teve o prazer de levar a taça em 1994 e 1999.
Vitorioso, Becker, por sua vez, aceitou o papel de coadjuvante. “O Agassi foi o meu ídolo. Ele é somente um: não há mais ninguém como ele. Tenho muito orgulho de ter jogado contra o Agassi”, declarou o alemão, que agora aguarda o vencedor da partida entre Andy Roddick e Fernando Verdasco. “Apesar de eu ter ganho o jogo, tudo deveria ter sido feito para ele mesmo. Desejo muita sorte na vida ao Andre”, complementou.
Chamado pela entrevistadora da competição, Agassi foi ao centro do court, onde foi novamente muito aplaudido. Sem palavra, ele novamente chorou e com a voz embargada deu as suas últimas declarações como jogador profissional. “Aproveitei os ombros de todas as pessoas que me apoiaram. Agradeço a dignidade, generosidade e força que o público sempre me deu. Vocês estarão sempre comigo”, afirmou, antes de pegar nas suas raquetes e sair do court mais uma vez debaixo de aplausos.
Entre seus feitos no ténis, Agassi possui nada menos que oito títulos Grand Slams na sua carreira. Excelente devolvedor de serviços, ele foi o quinto tenista da história a conquistar os quatro títulos mais importantes do circuito: Open da Austrália (1995, 2000, 2001 e 2003), Wimbledon (1992), Roland Garros (1999) e Open dos Estados Unidos (1994 e 1999). O seu último título foi o Torneio de Los Angeles, no ano passado.
É assim o adeus de um CAMPEÃO!!
sábado, setembro 02, 2006
Subscrever:
Mensagens (Atom)

