terça-feira, outubro 03, 2006

Liga Record

A Liga Record encontra agora um momento que pode servir de rescaldo mas também de análise aos últimos acontecimentos.

Em primeiro lugar e porque não seria justo se não o fizesse desejar boa sorte a todos os participantes na Liga Poeta-Record, mas ficam a saber que sou eu que não vai pagar o jantar.

Em segundo queria felicitar a quem por esta altura se encontra em primeiro lugar, uma conquista deste fim-de-semana, o nosso amigo Mário Barbosa. Felicito-te, mas por simpatia e cordialidade não posso deixar passar esta oportunidade sem te dizer que vai ser sol de pouca dura porque a pressão é muito alta e penso que ainda não estas preparado para a assumir a liderança.

Depois e porque não quero ser muito extenso parece-me a mim que seria injusto, se não fizesse uma referencia ao que até agora liderou durante mais tempo esta liga, o prof. Mora, que esta semana não foi um felizardo apostando nitidamente mal nos seus jogadores, mas que me parece que tem uma equipa consistente para lutar pelos lugares cimeiros (segundo lugar), apesar de esta semana mostrar alguma debilidade defensiva.

A Dukes Team esta adormecida, mostrando um futebol pouco atractivo e pouco eficaz e parece-me que dentro das próximas semana se as coisas não se alterarem podemos mesmo assistir a uma chicotada psicológica.

Porque como sabem sou eu que vai ganhar, não porque sou melhor mas sim porque deixo andar, resta-vos a todos lutar pelo segundo lugar.

sábado, setembro 30, 2006

O que faz uma loirinha depois de um acidente.

Quer dizer, por acaso, neste caso é uma loira mas podia ser uma morena, uma ruiva, uma negra ou uma branca mas logicamente que para fazer isto só podia ser uma mulher.

sexta-feira, setembro 29, 2006

E Recordar é Viver!!!!


A imagem fala por si. É difícil dizer qual deles o mais bem vestido!!!!

sexta-feira, setembro 22, 2006

PLEASE, please, please let me get what I WANT...

"Good times for a change
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad
So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want This time
Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time
Lord knows, it would be the first time"

quinta-feira, setembro 21, 2006

Materazzi Training

Feira de artesanato urbano no Parque da Cidade


Meninos, apareçam porque eu vou lá estar com as minhas coisinhas!
É já este sábado, junto ao picadeiro e àquele cafézinho que tem dentro do Parque da Cidade.
Ah! Não se preocupem com a chuva porque a feira vai decorrer num local coberto,junto ao núcleo rural/picadeiro.
Beijinhos,
Iva.

quarta-feira, setembro 20, 2006

Praxe e tradições académicas

Amigos, numa época de incio de aulas nas universidades de norte a sul deste pequeno país, que muitos lhe chamam o cu da Europa, mas que está denominado de Portugal, existe uma tradição académica de nome Praxe!

Sendo este tema algo de muito polémico, resolvi escrever umas linhasitas sobre a praxe!
A Praxe, para muitos é uma humilhação, pois acreditam que estar de olhos para o chão com uns méninhos de preto a cantar, a emburcar umas cervejolas e a rirem-se à parva é algo de muito sério e transcendental.

Será que essas pessoas quando eram crianças não brincavam? Eu quando era puto brincava bastante com os meus amigos, e muitas das vezes brincavamos às escolinhas, e o puto que geralmente fazia de professor era o mais velho, e exercia o seu poder sobre os pobres dos alunos, que no fundo eram os seus amigos.

Duma maneira simples e prática, a praxe não passa disso mesmo, uns méninhos vestidos de preto, que já passaram pelo que os caloiros estão agora a passar, e que no fundo estão a fazer com que estes caloiros se integrem na vida académica e na vida da própria universidade.
"mas há maneiras diferentes de se integrar os caloiros, sem os humilhar!!!" Pois, mas a Praxe no fundo é uma brincadeira, e tadito de quem pensa que aquilo é a sério... pois esses são uns frustrados! Mas há quem não goste daquilo de qualquer maneira, mas respeita quem gosta e fica em casa e não arma "a giga" só para mostrar "eu é que sou o maior, enfrentei aqueles gajos e declarei-me anti-praxe"! OK... a essas pessoas gostava de dizer que ninguem gosta de ter anti-praxes na sua vida académica, e se não gosta, fica em casa, pois as aulinhas começam apenas no fim da praxe!

Mas há praxes estupidas, e eu sou o principal defensor de um caloiro mal tratado ou humilhado a sério, porque sei muito bem que o "doutor" de 2 ou 3 matricula, apenas quer "sangue", e este sangue é um recurso estilistico, não levem o sangue a sério! Para isso existe um julgamento, onde caloiros, e principalmente "doutores" são julgados, havendo penas duras e severas para os pervaricadores.

Amigos, a praxe não passa de uma brincadeira que tem passado de gerações em gerações, e para aqueles mais sensiveis, aconselho a lerem o codigo de praxe original. Acreditem que vão achar a praxe actual um verdadeiro rebuçado!

A Praxe é dura, mas é a Praxe.
DVRA PRAXIS SED PRAXIS!

segunda-feira, setembro 18, 2006

Tomei uma atitude, deixei de fumar.

Na verdade nem dei pelo passar do tempo e não tenho celebrado o dia em que fumei o último cigarro. Sei que foi algures no Carnaval de 2004, em casa da Frade com a presença do Tiago. Já passaram mais de dois anos.

Tomei uma atitude, deixei de fumar, numa noite em que de tanto ter fumado fiquei enjoado, tinha fumado pelo menos uns três maços, foi mais uma noite em que era o sujeito passivo, o activo, esse que controlava a relação era sem duvida o cigarro, eu era o servo o submisso.
Era um dependente, um dependente, eu era um dependente…
Queremos ser o mais independentes possíveis, muitas vezes medindo força com quem nos quer bem (os nossos Pais ou conjugue), mas na primeira oportunidade deixamo-nos ficar dependentes de algo, de uma coisa que além de saber mal (lembrem-se da primeira vez), não sabemos porque nos apaixonamos por ele.
Com a maior facilidade ficamos agarrados, presos, subjugados, dependentes de um bem material mais do que a uma pessoa, julgo posso dizer que a raça humana é materialista, egoísta e egocêntrica. Os fumadores são o exemplo disso mesmo eu fui o exemplo disso mesmo, pois fumava em locais públicos, recintos fechados, na minha casa ou melhor na casa dos meus pais, sem me preocupar o que provocava ao alheio ou a quem partilhava comigo um espaço preocupando-me única e simplesmente de satisfazer as minhas necessidades.
Mas para deixar de fumar é preciso actuar, é preciso tomar uma atitude, mas para isso é preciso saber se, quer ou não se quer, quer-se mesmo ou não se quer mesmo, está-se farto ou enjoado ou doente, ou não se está farto ou enjoado ou doente. Deixar de fumar é simples, a força do vício somos nós que a damos e sabemos que a nossa força de vontade é capaz de arrasar e mover montanhas.
Se pensa que o faz para se imaginar (ou mesmo ficar!) mais saudável, nunca deixará de fumar, sucedendo-lhe o que sucede na esmagadora maioria dos casos comparativos: estando cinco dias (no máximo), depois a cervejinha ou o chocolate, pergaminhos convidando o regresso dos gramas esforçadamente perdidos entretanto, ou a tentativa da substituição dos cigarros por pastilhas elásticas, raramente as mastigo e certamente que não desceria ao ridículo de mascar todo o dia e por todo o lado, ou resolver a necessidade na nicotina com os adesivos mágicos de marca Nicottinell, que o seu resultado pratico só é eficaz porque nos lembremos do dinheiro gasto, ou o seu corpo farta-se de pretender que é um atleta e nem usa as aulas pagas até ao fim do mês no melhor ginásio das proximidades.
Os esforços não contam, não resultam, não se esforce por largar o tabaco, porque acaba novamente fraco, nos braços da nicotina embalados pelo alcatrão.
Não.
Não se esforçar, vai dar-se mal. Esforçar significa que na realidade você não quer parar de fumar, é um pretensioso, um fingido, está a enganar alguém, fez uma promessa que não pode cumprir. Ou está apenas a enganar-se a si próprio, está no seu direito e sobretudo não magoa nem desilude outrem, é apenas um tolo.
Você não se esforça: você simplesmente não fuma, ponto final parágrafo e não se fala mais nisso.
Deixar de fumar é ter perseverança. Somos capazes ou não somos capazes.
Deixar de fumar é radical. Não se faz um intervalo - seja de cinco semanas ou cinco anos.
Deixar de fumar é uma atitude. Regra geral é preciso muita coragem para tomar uma atitude, qualquer atitude, deixar de ter um cigarro por companhia ou uma mão sem saber o que fazer, não passa de uma atitude (calem-se as matracas “científicas”, a dependência da nicotina não é nada comparada com as dependências da alma).
Se quer deixar de fumar, não procure conselhos no Google.
Não peça conselhos a ninguém. É uma tarefa que ou se faz sozinho ou nem vale a pena dar-se ao trabalho.
Faça.
Tome uma atitude. Mude. Mude-se.

Ganhe balanço. Não é uma questão de “força de vontade”, de “esforço”, de “combater a dependência”, de “fazer-lhe a vontade”, de “ganhar a aposta” - em suma, de brilhar (para isso um cigarro entre os dedos tem mais charme).
E quando é que uma pessoa sabe que deixou realmente de fumar?
Eu simplesmente soube. Já tinha tentado antes, uma vez estive quase um mês, foi bom, aliviou, mas eu sabia que não deixava coisa nenhuma. Era um intervalo. Umas férias, um alívio. Nada contra: faz bem, seja como for.
Até aos três meses contei o tempo, a tosse nocturna seca das e as muitas noites mal dormidas faziam-me lembrar todos os dias passados. Uma tortura consentida. Até aos seis meses tinha a consciência de quão ténue é este tipo de triunfo de uma parte de nós sobre outra. Em qualquer altura, intui-se, um acontecimento banal, um gesto de alguém que fuma, uma cena num filme, o azul do fumo a esvair-se — e quebramos. Eu tinha essa consciência.
Há quem diga que antes de uns três anos ninguém se pode considerar um ex-fumador. Admito. Eu não me considero um ex-fumador. Eu sei que deixei de fumar e sei que não volto a fumar. Soube-o por volta dos quatro ou cinco meses. Hoje sei-o mais convictamente, se tal coisa se pode dizer.
Finalizo: não é com “força de vontade” nem com produtos nem com abstinência forçada. Deixar de fumar é tomar uma atitude. Nem moralizo sobre a atitude “certa” ou “correcta” ou “saudável”, não é um juízo. É apenas uma atitude de vida que se muda porque se quer mudar quando se quer mudar.

domingo, setembro 17, 2006

Mr. Tambourine Man

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jangle morning I'll come followin' you.

Though I know that evenin's empire has returned into sand,
Vanished from my hand,
Left me blindly here to stand but still not sleeping.
My weariness amazes me, I'm branded on my feet,
I have no one to meet
And the ancient empty street's too dead for dreaming.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jangle morning I'll come followin' you.

Take me on a trip upon your magic swirlin' ship,
My senses have been stripped, my hands can't feel to grip,
My toes too numb to step, wait only for my boot heels
To be wanderin'.I'm ready to go anywhere, I'm ready for to fade
Into my own parade, cast your dancing spell my way,I promise to go under it.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jangle morning I'll come followin' you.

Though you might hear laughin', spinnin', swingin' madly across the sun,
It's not aimed at anyone, it's just escapin' on the run
And but for the sky there are no fences facin'.
And if you hear vague traces of skippin' reels of rhyme
To your tambourine in time, it's just a ragged clown behind,
I wouldn't pay it any mind, it's just a shadow you're
Seein' that he's chasing.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,I
n the jingle jangle morning I'll come followin' you.

Then take me disappearin' through the smoke rings of my mind,
Down the foggy ruins of time, far past the frozen leaves,
The haunted, frightened trees, out to the windy beach,
Far from the twisted reach of crazy sorrow.
Yes, to dance beneath the diamond sky with one hand waving free,
Silhouetted by the sea, circled by the circus sands,
With all memory and fate driven deep beneath the waves,
Let me forget about today until tomorrow.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
In the jingle jangle morning I'll come followin' you.

Bob Dylan

ÍCONE DA SAPATARIA EM PLÁSTICO

A tradicional marca Melissa, que transformou sapatos de plástico em objectos de desejo e de procura e que actualmente tem os seus produtos vendidos em lojas de grandes marcas, tornou-se num ícone pop.

Não um ícone qualquer, mas um ícone da geração menina Floribela (já sabem porquê) ou da geração mulher de plástico (devido aos silicones). Os famosos sapatos Melissa adequam-se a estas duas gerações que de tanto diferente e destantes parecem ter e estar, mas que tem um gosto semelhante, os sapatos.

Analisando o material dos sapatinhos Melissa, estou convicto que derivam ou melhor descendem das famosas galochas de borracha que utilizava quando tinha oito anos, por obrigação da minha mãe, para não molhar os pés e com isso ficar constipado.

Mas as galochas têm um sentido prático que é a protecção da chuva, mas também inconvenientes, como não deixar respirar os pés e serem feitas de PLASTICO, mas as Melissas, pelos menos daquelas que eu vi e conheço, não tem o sentido pratico a não serem serem sapatos e são esteticamente feias, não protegem minimamente da chuva e ainda por cima não deixam os pés respirar, a não ser aquelas que têm mais buracos que um pró-Sadam Hussein ou um elemento da Alkaeda depois de ter encontrado um americano com uma metralhadora.

Mas logicamente que o gosto é discutível, nem quero julgar a falta de gosto desta ou daquela pessoa por calçar estes famosos sapatinhos, o que me faz escrever neste blog sobre esses famosos sapatinhos são toda a ausência de essência que representam.

Vejamos porquê. Como as Havaianas, os Melissa eram sapatos utilizados por pessoas com poucas ou nenhumas capacidades financeiras do Brasil, feito de material barato pouco confortável, pouco higiénico (devido á transpiração) e ainda por cima não reciclável. Hoje em dia, alguns já são recicláveis, mas estão cada vez estão mais caros e com tendência a subir e os pobres mais uma vez sem calçado para o seus orçamentos.
Porque as menininhas apoderaram-se e fizeram destes uma moda tornando-os em sapatos de rico ou em sapatos de uma elite em vez dos sapatos do povo (lei do mercado capitalista = lei do mais forte).

Esta tendência e explosão dos Melissa é uma clara demonstração que a moda (se isso pode ser considerar como tal), faz parte de uma cultura de massas, e que os nossos desejos e ambições são guiados pelas pertença dos outros, ou seja, nós só queremos obter o que não temos e os que muitos têm ou desejam, sendo por isso e quanto a mim uma demonstração de inveja, egocentridade, vulgaridade e falta de criatividade, agravado quando são pessoas pertencente ao mesmo grupo de amigos e todos ou melhor todas procuram o mesmo.
Não tenho nada contra quem usa este tipo de sapatos, mas julgo que a moda em Portugal não importa o que é de bom mas sim o que de mau é produzido por este mundo fora.