Quando o medo nos impele a formulação do desejado, nos condiciona, nos trava ou condiciona...
Perpretamos e aceitamos atitudes e comportamentos a desconhecidos, criminosos, jocosos, enfim, no momento somos um petit pou condescentes, temos noção do risco ou riscos, das consequencias, do futuro do enfim infinito finito no espaço sideral ou não.
Se por outrora o avontade fruto do conhecimento, da relação, do sentimento ou qui ça da falta de medo ou receio que nos leva para um caminho mais árduo e dificil do que com um mero desconhecido, então aqui dizemos, o que é ser amigo, o que será a amizade mesmo que quando nos momentos de marcarmos a nossa posição ou defendermos o nosso orgulho, com ou sem razão, somos mais generosos, correctos, receosos e mundanos com o casual desconhecido, temos mais enfase e preocupação com o que se passará com o eu de cada um inversamente a uma cruzada sem que se tenha por instante pensamentos causais no que resulta do comportamento dos actos aquando que dirrecionados e virados para o conhecido.
O desconhecido gera a incerteza, a falta de conhecimento, o pavor que em muitos casos provoca o medo irracional que nos tenderá a a retirar conclusões e ilações baseadas num sentimento negro e nefasto, obscuro e desconcertante.
Dir-se-á dissonante, desconcertante, desconexo, mas a lucidez do que escrevo ou digo, a lucidez da ideia generalizada e totalizante essa eu tive-a e tenho e espero tê-la sempre ainda que me exprima de forma dissonante em termos linguisticos a ponto de só eu me preceber a mim.
Um Blog que percorre o domínio da especulação intelectual,difundindo a actividade cultural, moral e social do Porto XXI.
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Luis Freitas Lobo analisa (Parte 2)

A biomecânica genial
Daqui a quinze/vinte anos, quando o cigano rebelde do Dragão pendurar as botas e recordarmos o jogador que foi, ninguém vai dizer «Eu, naquele dia, assobiei o Quaresma!”. Pelo contrário, vão todos dizer, orgulhosos: “Eu, naquele dia, vi jogar o Quaresma!”
Quando recebe a bola em campo, cada jogador tem uma intenção do que fazer com ela a seguir. Coisas simples, um passe curto e já está, ou coisas diabólicas, fintas, remate impossível e o jogo virado do avesso. Quaresma pertence à segunda casta. Ainda bem. Na equipa, coexistem outros jogadores do primeiro tipo. Ainda bem, também. Uns equilibram os outros. São o garante do ecossistema de uma equipa de futebol. É nos segundos, porém, que mora um dos princípios da genialidade. Fazer algo de grande e de diferente ao mesmo tempo. Aos primeiros, o escudo protector desta ousadia. Gosto muito de falar do lado táctico do jogo, depositada no cofre-forte tacticista da primeira espécie, mas não custa crer que são os segundos que nos fazem levantar extasiados dos nossos lugares.
Quaresma já o fez muitas vezes. E em todas essas vezes podia ter resolvido os lances de forma mais simples. Mas não. Ousou fazer algo grande, mágico, e pintou obras de arte, golos ou centros assombrosos. E foi aplaudido e loucura. Noutras, não engatou o primeiro drible, e perdeu a bola quando tinha um companheiro ao lado bem colocado para receber o passe. E foi assobiado logo a seguir.
É comum no futebol ouvir-se falar no gesto técnico perfeito. É um mito. Porque cada um tem a sua forma de viver ou jogar. Na vida, escrever com a caneta mais ou menos deitada, comer com garfo à direita e a faca à esquerda. No jogo, Correr com os pés para fora, centrar com a parte de fora da direita quando devia ser com a de dentro com a esquerda. Em qualquer destes momentos, há a materialização de uma intenção. Há, no futebol, a técnica ao serviço da táctica. A intenção, primeiro. A acção, depois. O que interessa, depois, é que a segunda corresponda à primeira. A eficácia. É isso que faz a qualidade do passe ou do remate. Não a forma como ele é feito. Quaresma é um bom exemplo desta questão. A biomecânica da técnica expressa na trivela. É comum defini-la como contra-natura ou quase insolente. Centrar com a parte de fora da direita quando devia ser com a de dentro com a esquerda. Complicar o fácil. Na bancada, os adeptos quando vêem os jogadores a tentar a trivela, ficam, primeiro, espantados, e, depois, se sai bem, é genial, se sai mal, assobiam e gritam: “não inventes!”. Já vi também muitos técnicos de formação dizerem o mesmo a miúdos que a tentam fazer. Não faz sentido. Porque cada um constrói a sua biomecânica. Por isso, Quaresma não inventa quando cruza ou remata dessa forma. Ela é, apenas, a forma técnica de tornar mais eficaz a sua intenção táctica. É a sua particular biomecânica. Contrariá-la ou assobia-la é atentar contra a riqueza e a beleza e o do jogo.
Poderão dizer que exagera nesta forma de jogar e quando perde a bola, pode desequilibrar tacticamente a equipa. É aqui que entra a tal noção do ecossistema futebolístico, do equilíbrio ecológico que deve ser uma da equipa. Se Quaresma decide jogos nesses seus rasgos, o treeinador tem de o aprobeitar. Ao mesmo tempo, tem de adaptar a equipa a isso, para o caso de quando ele falhar, perder a bola, ter médios ou laterais atentos para, nas suas costas, activar a transição defensiva. É a tal táctica, com «T» grande. A colectiva.
Quaresma irritou-se com os assobios. Em campo, pelo tom desafiador com que festejou o golo logo a seguir. Fora dele, ao dizer que vai continuar igual. Quanto mais me assobiarem, mais eu vou pegar na bola e resolver jogos. Bela frase. Independentemente de ser um génio ou de um jogador normal, mesmo daqueles que falham os simples passes, não consigo entender o acto de assobiar um jogador durante um jogo de futebol. Dirão que é uma reacção emocional e que há direito a protestar, etc. Sem dúvida. Afinal, também Miguel Ângelo só pintou uma capela sistina. Devia ter pintado uma todos os dias. Não faz sentido. Daqui a quinze/vinte anos, quando o cigano rebelde do Dragão pendurar as botas e recordarmos o jogador que foi, ninguém vai dizer «eu naquele dia assobiei o Quaresma!”. Pelo contrário, vão todos dizer, orgulhosos: “Eu, naquele dia, vi jogar o Quaresma!”
Fonte: http://www.planetadofutebol.com/
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Luis Freitas Lobo analisa
É obrigatório saber jogar em 4x4x2 para ser competitivo internacionalmente. Primeira condição para o fazer: ter quatro médios de verdade. Porque para se pensar como médio é preciso…ser-se médio. Nos hábitos e na leitura de jogo. São eles que, em campo, têm responsabilidade de unir aqueles quatro momentos. Isso não se faz com adaptações. Cech nem é médio, nem é lateral. Fica a meio-caminho de tudo e, assim, quando colocado como quarto médio improvisado, também fica sempre a meio-caminho na tentativa de ocupar os espaços nesses diferentes momentos.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
segunda-feira, janeiro 28, 2008
domingo, janeiro 27, 2008
Mika - Relax, Take It Easy
É preciso é entrar na onda do Mika!!!
Relax take it eeeeeaaaaasyyy.........
sábado, janeiro 26, 2008
Parece mentira......
Chamada Impossivel do INEM para Bombeiros
....mas não é!! Portugal no seu melhor!!
....mas não é!! Portugal no seu melhor!!
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